| 1 x de R$5.800,00 sem juros | Total R$5.800,00 | |
| 2 x de R$3.382,85 | Total R$6.765,70 | |
| 3 x de R$2.267,02 | Total R$6.801,08 | |
| 4 x de R$1.723,76 | Total R$6.895,04 | |
| 5 x de R$1.389,68 | Total R$6.948,40 | |
| 6 x de R$1.163,28 | Total R$6.979,72 | |
| 7 x de R$1.001,32 | Total R$7.009,30 | |
| 8 x de R$878,84 | Total R$7.030,76 | |
| 9 x de R$783,58 | Total R$7.052,22 | |
| 10 x de R$708,99 | Total R$7.089,92 | |
| 11 x de R$647,96 | Total R$7.127,62 | |
| 12 x de R$596,62 | Total R$7.159,52 |
As máscaras africanas são adereços utilizados em cerimônias e rituais e têm grande importância religiosa, mística e espiritual para diversos povos africanos.
Nessas cerimônias, as máscaras têm como finalidade estabelecer contato com o mundo espiritual e com os deuses.
As máscaras africanas, também chamadas de máscaras tribais, são uma tradição dos países da África Subsaariana, localizados ao sul do Deserto do Saara.
Essa arte africana ficou conhecida no mundo por influenciar obras de artistas europeus do início do século XX, como Pablo Picasso e Henri Matisse.
Esta peça, como se vê, tem uma fundição em uma liga de bronze com inúmeros adereços de cabeça, detalhes importantes de expressões faciais, numa tríade de observadores, característica de testa alargada, olhos perfurados para uma maior profundidade, região mandibular proeminente e representação dos dentes da boca. Comporta ainda brincos e acabamento posterior em vime ricamente trançado. Segundo nosso curador para Arte Africana, pode ser chamada também de capacete cerimonial.
De grande efeito decorativo, esta peça pode ser adquirida para completar coleções de arte africana, ambientações de bibliotecas e escritórios, dando uma referência étnica e de bom gosto.
Como Benin, Nigéria e Camarões fazem fronteira e estão localizados no Golfo da Guiné, em alguns casos, a exata localização de sua etnia é imprecisa.
Estas peças foram adquiridas em uma viagem à África Ocidental, na cidade de Benin, no ano de 2002, juntamente com outros dois bustos de bronze. Novamente, uma odisseia para despachar no avião, mas, no final, com muita educação, conseguimos liberar. Isto se deve a um histórico secular de usurpação do patrimônio histórico nigeriano, principalmente, por europeus.
